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  Fotografias   Pagina Inicial     
 
  Flávio de Barros - 1897

Fotógrafo que documentou os últimos momentos da guerra, tendo chegado em Canudos a 26 de setembro de 1897, acompanhando a Divisão de Artilharia Canet. Das fotografias originais de Flávio de Barros, são conhecidas três coleções que pertencem ao Museu da República, no Rio de Janeiro (72 fotos), ao Instituto Geográfico e Histórico da Bahia (68 fotos) e a Casa de Cultura Euclides da Cunha de São José do Rio Pardo (24 fotos).
Na foto acima mulheres, crianças e velhos, aprisionados no final da guerra.


Euclides da Cunha - 1897

Existem relatos de registros fotográficos de Euclides durante sua estada no sertão de Canudos.

Juan Gutierrez - 1897

Segundo o fotógrafo e pesquisador Claude Santos: "Gutierrez foi o primeiro a chegar em Canudos.Desembarcou na cidade da Bahia no dia 2 de abril de 1897, vindo do Rio de Janeiro, acompanhando o General Barbosa, comandante da primeira coluna, a quem serviria, voluntariamente, como ajudante de ordens. Fotografara a Revolta da Armada, em 1893 (...) espanhol radicado no Brasil (...) veio para Canudos como correspondente do jornal carioca O Paiz. Morreu com um tiro no coração, na manhã do dia 28 de junho (...) suas ferramentas de trabalho, imaginamos terem sido abandonadas ou enterradas". (A Tarde Cultural, 04.10.1997)

Pierre Verger - 1947

Acompanhou o jornalista Odorico Tavares a Canudos em 1947, ano do cinqüentenário da Guerra de Canudos, para uma reportagem sobre o roteiro de Euclides da Cunha na Bahia, a ser publicada na revista O Cruzeiro, e que posteriormente foi transformada no livro Bahia Imagens da Terra e do Povo, editado em 1951.Pierre Verger fotografou sobreviventes da guerra, como Manuel Ciríaco (foto acima) em um ensaio importante e original.

Luciano Carneiro - 1953

Esteve em Canudos e segundo o Prof. José Calazans "tirou, aí, uma fotografia de Pedrão ao lado de Ciriaco, que ganhou premio".
Darwin Brandão - 1953

 
Audálio Dantas - 1958

Segundo o escritor Paulo Dantas, Audálio esteve em Canudos poucos dias após a morte de Pedrão,
em junho de 1958, fazendo uma matéria para as "Folhas".
  Alfredo Vila-Flor - 1964
Produziu um belo ensaio fotográfico num momento em que os sinais da decadência se faziam fortes na segunda Canudos. Na foto acima, Manoel Ernesto dos Santos, o "Manoelzão" sobre as ruínas do cruzeiro da Igreja Nova, tendo ao fundo a cidade.
  David Vestal - 1964
Nascido e radicado nos EUA, David percorreu vários lugares do Brasil, no início dos anos sessenta, fotografando pessoas e lugares importantes do país, e também esteve em Canudos em 1964, onde retornou mais uma vez em 1997, quando fez a fotografia acima.
  Jair Dantas - 1968
Jair registrou a triste realidade dos últimos momentos da segunda Canudos, prestes a ser inundada pelas águas do rio Vaza-Barris, represadas no Açude de Cocorobó.
  Artur Ikishima - 1972
Artur fotografou Canudos em dois momentos importantes: em março de 1969, quando as águas do rio Vaza-Barris cobriam a segunda Canudos, tendo suas fotos publicadas no Jornal do Brasil em 26.03.1969, ilustrando texto de Isidro Duarte, e em 1972, quando ainda se encontravam vivos vários sobreviventes da Canudos conselheirista, como Seu Miguel Ancelmo (1875-1983) (foto acima).
Oldemar Vitor - 1972

Publicou suas imagens sobre Canudos no Jornal do Brasil em 10.12.1972, ilustrando texto de Isidro Duarte.
  Marcos Santilli - 1979
Produziu um ensaio fotográfico com texto também de sua autoria, publicado na Revista IRIS de maio/79. Na foto acima, José Aras, fundador do Museu da Guerra de Canudos, em Bendengó.
  Antonio Olavo - 1983
Publicou o livro Memórias Fotográficas de Canudos (CNPq/ATO), com 126 fotografias, onde registra as construções de Antônio Conselheiro, os locais de combates, o Açude de Cocorobó, e os descendentes e contemporâneos dos acontecimentos históricos, inclusive a última testemunha ocular da guerra de Canudos, D. Dionizia Valeriana da Gama (1886-1987) (foto acima).
  Rita Barreto - 1985
Rita documentou todas os eventos da Celebração Popular pelos Mártires de Canudos, realizado a beira do Açude de Cocorobó desde 1985, e possui um acervo raro e valioso, já tendo realizado várias exposições e também publicado postais sobre Canudos.A foto acima foi utilizada na capa do CD Canudos, do compositor Gereba, lançado em 1997.
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